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Esperança é o “e se”, que pode ser real.

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Pois é, eu não sei fazer melhor. Não sei mais guardar aquele medo, aquela angústia. Floresceu um novo eu dentro de mim. Quero acreditar que vamos ter uma gotinha de esperança, de magia, de vida!

Por mais que eu olhe para trás e veja tudo aquilo que me fez cair, passar noites em claro, deitada na cama e olhando para o teto como se pudesse achar uma saída. Não há mais o que temer. Tem certos momentos que o céu está mais cinza do  que o normal, que um sorvete não é mais tão gelado e refrescante, que independente de onde estejamos, queremos nos afundar em lágrimas. Já passei por isso. 

Só que quando a gente se abre para o novo podemos nos surpreender. A tal da esperança que escrevi lá em cima vem com carga total. O mundo parece fazer mais sentido, fica mais leve  de viver, de perdoar, porque a esperança em si, é esperar pelo melhor. Tipo aquelas luzinhas no fim do túnel, ou como a fada madrinha dos contos. Ela transforma o obscuro em possibilidades, em sonhos, em chances, oportunidades. 

Esperança é o “e se” com um toque de energia, regada de combustível que não se esgota até criar coragem e tentar descobrir se o “e se” pode ser real. 

Cultive a sua esperança. Saia do normal, e surpreenda-se com a infinidade de possibilidades. <3 

 

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E a nossa paz, como é que fica?

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Do nada veio uma vontade insaciável de me excluir. Digo em todos os sentidos possíveis: redes sociais ou de amigos “reais” que temos  aquele contato maior. Me questionei sobre o que me fazia esquecer da minha paz. 

Gostei muito de pessoas tóxicas e mal amadas, e perdi meu bem estar, minha luz, tentando ajudá-las. Gostei de pessoas que não me aceitavam como sou, e que tentavam de certa forma me mudar. Seja de cabelo, de roupa, forma de pensar… Gostei de pessoas que sequer se importavam comigo. Gostei de pessoas que falavam uma coisa na minha frente e na minha ausência, eu era o principal assunto. Satirizava tudo e me desejava bem no fundo do poço. Gostei de pessoas que só queriam saber do que faço, do que amo, para tirar vantagem, ganhar algo com isso. Como se quisesse me usar para se vingar de alguém, ou para se divertir. Gostei de pessoas que só pensavam em si mesmas e quando eu estava e apuros,querendo colo, um abraço, fiquei na mão. Também gostei de pessoas que esqueciam de si, e consequentemente de mim. 

No meu pouco tempo de existência conheci pessoas iguais e diferentes a mim. Peculiares, estranhas, e encantadoras. E claro, me dediquei a elas, questiono até que ponto vale a pena ter uma relação com alguém. Primeiro porque existem certas atitudes que são intoleráveis que tornam o convívio massivo, entediante e estressante. Então querido(a)  leitor(a) te pergunto: Até que ponto perdemos a nossa paz por conta de um indivíduo? Será que é tão necessário assim?

Preciso me despegar dessas pessoas que me fazem perder a calma, e abraçar as que são leves, de bem com a vida, positivas e que queiram o bem. Poderia ser mais simples… A vida é um suspiro, sabemos disso e ainda assim fazemos tudo errado. Recomeçar talvez seja a solução afinal, tem aquela frase matadora que explica mais do que qualquer um imagina: “Diga com quem andas e direi quem sois.”

Já da para entender onde quero chegar né?

 

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Eu quero muito parar de me sentir mal

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Eu quero muito parar de me sentir mal. Sério, eu vivo ansiosa, com o coração apertado, na mão. Tenho medo de  sair de casa. Quando fecho a porta e coloco meu pé fora do meu cantinho me sinto aflita. Uma insegurança invade meu ser. Não sei se devo agir como eu mesma, ou me esconder em uma realidade comum, fingindo ser quem não sou. 

Por que tenho esse pânico de ser eu mesma em meio a uma sociedade?

Confesso que vira e mexe  fico pensando nas opiniões das pessoas, nos gestos, olhares, tons de falar. Se um senhor me olha, já confiro meu cabelo para ver se não é por esse motivo. Se uma garota me olha, confiro minha calça, pode ser que tenha uma machinha ali ou aqui… 

Incomoda essa atitude. Quer dizer, posso ser do jeito que eu quiser, mas sempre vai ter alguém com aquele olhar reprovador, ou de crítica. Queria muito poder ter a chance de viver sem esses receios, sem essas algemas, que me  tornam uma pessoa incompleta… Afinal, nunca se sabe qual é o nível de maldade que existe por aí. Quem sabe um dia a sociedade seja mais  verdadeira, educada, e entenda que o valor do ser humano não está no que possui, mas nas suas atitudes…  

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Refúgio

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Tá legal, eu sou meio sistemática às vezes. Gosto de ter o controle de tudo. Você me entende? Eu faço listas, crio metas, para seguir e se algo não sai como o esperado, me vejo em desespero. 

Eu sei, eu sei, me cobro demais. Mais do que devia, né?

Tenho que buscar uma calma lá no fundo da alma para não deixar o resto dos itens em um turbilhão. Minha mente fica agitada, e não sabe onde parar. Se eu tinha que marcar a aula de dança, por exemplo, já esqueço a data, o melhor horário e me perco de tudo.

O jeito sempre é ligar o Spotify, pegar uma playlist “suave” e deixar rodar as músicas. Deve ser o toque, a melodia, os tons serenos, que trazem calma e paz para meus neurônios, meus pensamentos. É algo inconsciente, mas que tem um efeito incrível.

Isso vale para os momentos tristes também. Às vezes vem um desânimo, tristeza, sem motivo. Consome nossa alma de um jeito, que a única vontade que temos é ficar na cama. Eu sei, passo por isso direto. Então me agarro aos sons musicais para me tirar dessa sensação de “estar para baixo”. 

Queria que a música fosse capaz de tirar outros tipos de problemas, que tivesse o poder de me acompanhar a todo momento. Uma playlist da minha vida entende? Presente 24 horas me guiando na hora de ser forte, na hora de parar para refletir, na hora da saudade… É uma coisa tão gostosa. 

Porém, como isto não é possível me contento com os breves momentos que a música me tira deste mundo. Por pequenos minutos eu viajo, vou parar em 2005 quando ainda estava na escola, e em questão de 2 minutos já estou no  futuro me imaginando com 25 anos. Ela me transporta, e leva junto aquela sensação ruim. Espero que seja sempre assim… o que seria de mim sem esse refúgio?

 

 

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Existe amor no Tinder?

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Quem nunca baixou o Tinder? Quem aqui, nunca, entrou em qualquer tipo de site de relacionamentos? 

Pois é, demais isso. Eu me vi conversando com vários tipos de pessoas. Os garotos que tiravam fotos sem camiseta, as mulheres que usavam batom vermelho e tinham uma biografia que dizia seu signo e seus gostos pessoais, ou então os  que pareciam nerds por usar óculos e afirmarem estarem cursando faculdade de ciências. 

A maioria, quando vinha falar comigo tinha assuntos vazios. Chegavam com aquele “Oii, tudo bem?” e assim que descobria que eu morava longe, ou que eu era mais nova do que o esperado, sumiam do mapa como se nunca tivesse existido. Como se eu fosse um “produto” descartado. Seja pela minha aparência, ou pelo simples fato de eu estar procurando amizade ao invés do sexo. 

Sim, a maioria procura isso. Pensei que fosse em menos intensidade mas o que mais existe é isso. Cadê o amor? Se baseia somente em beijos e amassos? É só isto? 

Cheguei a criticar o Tinder, e qualquer outra rede que fosse ligada a esses relacionamentos. Até baladas estava na minha lista negra. Mas, sabe qual é o problema? Independente de onde estejamos, as pessoas estão nessa vibração. Quer apostar quanto que na padaria, no Uber, na loja de roupa, existe uma grande quantidade de pessoas que não sabem ou não acreditam no amor e querem beijar,fumar, esquecer tudo?

Na faculdade mesmo, as pessoas se juntam para sair em grupos, beber, e fazer o quê? Ler historinhas fofas depois de sair do bar? Eu não acredito mais nas pessoas. Elas reclamam de amor, que querem encontrar a “metade da laranja”, o seu GRANDE AMOR, mas como? Como pretendem achar se não amam a si mesmas?

Essa atitude carente de conseguir alguém sem pensar nas consequências dá repulsa. Que valores estão sendo cultivados? Em pleno século 21, as pessoas conseguem viajar o mundo por um aparelho celular, conseguem saber o que está acontecendo na China em um clique, e não se abriram para um amor pleno? Um sentimento puro, que não é possessivo, não é criterioso com aparência, mas que cresce com atitudes sinceras, com surpresas simples, com um olhar que fala mais que “eu te amo”, com uma energia que percorre pelo corpo e que transborda através de sorrisos involuntários… 

Onde está a sensibilidade? A maioria procura a famosa metade, mas aí é que está o problema. Precisamos ser inteiros para ter uma relação saudável com alguém. E não procurar nossa felicidade em alguém. Dessa forma não há namoro ou casamento que dure. E então não adianta reclamar que “os homens são todos iguais” ou que “mulher  é muito cheia de frescura, é mais fácil curtir com os mano”. É fácil jogar a culpa no outro. 

Enfim, as pessoas deveriam abrir seus olhos e seu coração para o amor. Mesmo que esteja “difícil”,  ele existe. Se nos rendermos as famosas frases clichês que descrevi no parágrafo anterior, nunca sairemos do lugar. Já passou da hora de assumir o controle da nossa vida, e parar de nos fazer de vítima. ACREDITE!