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Comportamento

Batom vermelho

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Hey Dj, você podia trocar essa música. Essa já passou, já marcou uma fase não tão legal. Precisamos nos conectar com algo novo. Chega de choramingar, o que passou, passou. 

De início não parece fácil, mas a gente pega confiança e descobre o que tem que fazer. E agora, eu vou só pegar meu batom e retocar no banheiro, enquanto essa música não acaba. Idiota da minha parte? 

Não, não quero me apegar as coisas do passado e esse batom vermelho escuro me ajuda a enxergar quem sou eu de verdade: uma mulher cheia de vida e poderosa. Graças a este batom que ganho este segundo adjetivo. PO-DE-RO-SA. Quem diria? A autoestima cresce quando paramos de nos colocar como vítima. 

E quando nos vemos como realmente somos, a nossa capacidade de crescer é maior. Não é qualquer comentário que vem e derruba a gente por dentro, ou qualquer olhar, gesto sarcástico e grosso… A muralha da autoestima toma as rédeas e nos leva para lugares divertidos e quando menos se espera estamos no meio de uma multidão rebolando ao som de CNCO. 

As coisas são complicadas, disso sabemos. Mas podemos mudar se assim quisermos e permitimos. Passe o batom vermelho e vá bailar! O resto é resto! 

Comportamento

O que desse na “telha”

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Resolvi tirar um dia pra mim. Não necessariamente me excluí de tudo, mas procurei pensar no meu bem estar. Pegar mais as coisas que me trazem alegria e praticar sabe? 

Sem planos, sem horários marcados, apenas eu. O que desse “na telha”, e o destino. É, a gente tem as escolhas a fazer, e geralmente coloco a cabeça para funcionar e analisar a opção mais sábia. Só que hoje, eu segui a emoção, o que deu vontade. 

Analisar os prós e contras não foi o meu foco. Queria sentir a sensação se viver de verdade. Realmente sentir o que é estar feliz e plena com a natureza, com as coisas que conquistei ao longo do tempo, e com as pessoas que entram e permanecem no meu mundinho. 

Geralmente só se faz este tipo de reflexão no dia 31 de dezembro, o grande momento da “passagem” de ano. Porém nos 364 dias restantes, será que nos esforçamos o suficiente para viver dignamente? 

Me recuso e questionar somente no famoso Ano Novo. Quero me reinventar a cada instante, e ser melhor a cada segundo. Então, sim, eu peguei um dia para me organizar por dentro e por fora, para me questionar, por em xeque e tomar uma atitude. Porque a dor de saber que deu errado, será maior do que a dor de saber que nunca enfrentei os desafios e deixei de correr atrás daquilo que meu coração indicava que devia ser feito.