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Pegue minha mão

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Será que deveria ser sempre assim? Sabe quando não parece o suficiente? 

Eu dei sempre o melhor, e escrever até agora tem sido aquela paixão que move, que faz minha vida ter valor aqui. Toda vez que me vejo analisando e ponderando fatos da vida, vem aquele questionamento: Por que viver? 

E quase que automaticamente a resposta que vem a mente é: porque tudo isso faz sentido, você escrevendo, você olhando poeticamente o que há em volta e trazendo um pouco de energia leve para quem lê essas palavras que fogem de algum lugar que existe dentro de mim. Mas e se eu estiver esquecendo que o mundo não é feito de flores e  sorrisos? 

Há muitas amarguras e sofrimento. Porém, será que é errado anulá-las e valorizar o que acontece de bom, ou o que trás aprendizado? Sofrer não é muito do meu feitio, remoer talvez, mas acreditar que há um lado positivo dentro ou fora de uma pessoa, é bem minha cara.

Por favor pegue minha mão e aqueça-a nas suas. Me diga que amor existe, que vai dar tudo certo, mas tudo mesmo. Que a dor, a raiva, a impaciência, a maldade, vão se exinguir. Me diga que vou poder andar na rua em paz, me diga que poderei confiar em qualquer pessoa, me diga que poderei abraçar mais e dizer o que se passa comigo, me diga que não serei julgada pelas minhas roupas, me diga que não verei animais passarem fome, me diga que sentirei a sombra das árvores tocarem meu corpo enquanto eu estiver neste mundo, me diga que terei sempre uma casa para morar, me diga que haverá sempre minha família por perto, me diga que não faltará água, me diga que não faltará comida, me diga que todos serão dignos de amar e ser amado independente da cor, sexo… me diga que o bem sempre vence o mal. Que o amor sempre vence o ódio. Que respeito sempre vence a rebeldia. 

Eu quero acreditar que é possível. Como Gandhi  disse: “Seja a mudança que quer ver no mundo.” é uma das frases que mais escuto. Já devo ter escrito sobre isso, mas por que na hora do “vamos ver”, se torna tão difícil? 

Apenas pegue minha mão… por favor.